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Conselho Regional de Contabilidade do Estado da Bahia
Edição n.º 53 - 19 de dezembro de 2005

Profissão Contábil: Instrumento de Cidadania

Confira sempre no final desta página em "Sua Biblioteca" e "Seus Links" as legislações e
informações de seu interesse e uso diário. Boa leitura!

Espaço do Contabilista


Regulamento:

Enviar para a sede do CRCBA, em protocolo com duas vias de igual teor ou envelope lacrado via sedex, aos cuidados da "Vice-Presidência de Desenvolvimento Profissional", sob o titulo "Opinião do(a) Contabilista" , contendo o artigo impresso e devidamente assinado pelo(s) autores, em formato A4, com fonte 12, acompanhado disquete ou CD (não restituivel) com cópia da carteira profissional de contabilista e clara identificação do autor, inclusive seu CRCBA. Na petição obrigatória em 02 ( duas ) vias o(as) interessado(as) deve declarar: 01 - Que o texto é de sua total e individual/coletiva autoria; 02 - Que se responsabiliza pelo seu conteúdo; 03 - Que isenta o CRCBA de qualquer responsabilidade pela sua divulgação e conteúdo; 04 - Autorização de divulgação e publicação de forma permanentemente e desonerosa para o CRCBA; 05 - Que tem ciência de que o envio do trabalho não representa por parte do CRCBA em obrigação de publicação; e 06 - Autoriza o CRCBA a publicar, a seu único e exclusivo critério, o currículo resumido e e-mail do autor. ATENÇÃO - Tamanho Máximo para publicação: 1 pagina de 80 colunas

Para sua reflexão

  • Não desanime.
  • Aprenda a começar e a recomeçar.
  • Não se deixe arrastar pela indiferença: se caiu, levante-se e recomece.
  • Se errou, erga-se e recomece.
  • Se não consegue dominar-se, firma sua vontade e recomece.
  • Não desanime jamais.
  • Talvez chegue ao fim da luta cheio de cicatrizes, mas estas se transformarão em luzes, diante do PAI Todo-Compassivo.

Eventos em Destaque

Encerrando o ano com chave de ouro o CRCBA realizou mais dois primorosos eventos para a classe contábil baiana

No dia 12/12/2005 foi realizado na cidade de Paulo Afonso seminário sobre Tributos Federais, Legislação Trabalhista e Previdenciária. A Delegada do CRCBA na cidade, Zilda Oliveira de Bruno, fez as honras do evento que aconteceu no Auditório do CEMPA - Centro de Educação Municipal de Paulo Afonso, e recebeu 54 participantes.

   

Tributos Federais: Obrigações Acessórias do Lucro Real / Presumido e uma revisão geral na legislação do imposto SIMPLES. Este foi o tema da palestra ministrada pelo Conselheiro eleito do CRCBA, Antônio Carlos Nogueira Cerqueira.

 

A Consultora Jurídica da IOB, Dra. Dagmar Sampaio Fontoura Neta, especialista em Direito do Trabalho e Previdenciário, ministrou palestra sobre Retenções Previdenciárias da Pessoa Física e Jurídica e Contrato de Trabalho.

No dia 15/12/2005 foi na cidade de Gandu, no Auditório do SENAR, que se realizou o seminário sobre Tributos Federais, Simbahia e Sintegra, contando com a presença do Delegado do CRCBA na cidade, Antônio de Jesus Nogueira, e 59 participantes, entre profissionais contábeis, estudantes e profissionais de áreas afins.

   

O Conselheiro eleito do CRCBA, Antônio Carlos Nogueira Cerqueira, ministrou palestra sobre Tributos Federais: Obrigações Acessórias do Lucro Real / Presumido e uma revisão geral na legislação do imposto SIMPLES.

 

Mudanças no Sintegra e no Simbahia foi o tema da palestra ministrada pelo Auditor Fiscal da SEFAZ-BA, contador Gilson Antonio Carmo da Silva.

Na última foto registrado o momento de entrega dos quase 100 quilos de alimentos doados pelos contabilistas locais à Paróquia local.

Eventos
 

Eventos programados:
Clique aqui para ver os eventos programados...

Eventos realizados:
Clique aqui para ver outros...

Manchetes
 

Jornal do Comércio

Normas contábeis padronizadas facilitam negociações entre empresas.


ATENÇÃO CONTABILISTAS.
CUIDADO - FIQUEM ATENTOS.
LEIAM COM ATENÇÃO ESSA MATÉRIA.

Revista DCI

Mudanças no piso e teto do Simples podem ser adiadas.


Sem resolução do Senado, fisco vai exigir PIS e Cofins sobre a receita.

A Receita Federal vai continuar exigindo o pagamento das contribuições ao PIS e à Cofins com base na receita bruta das empresas enquanto o Senado não baixar uma resolução.


Dicas para se falar bem em público

Leia ao final desta edição uma série de dicas sobre o assunto.

Sescon-SP

Sescon-SP inaugura a 1ª Universidade Corporativa contábil e de assessoramento do Brasil.


UOL News

Nova lei que formaliza a contratação de pessoa jurídica gera polêmica.


Estados emperram votação do Supersimples

A interferência do Ministério da Fazenda impediu ontem, a votação, na Câmara dos Deputados, do projeto de lei complementar que cria o Supersimples e outros benefícios para as micro e pequenas empresas.


Notícias Gerais - Veja notícias diversas

Conselhos Federal e Regional de Contabilidade
Novidades da Legislação e da Profissão
Matérias Contábeis

Contabilidade - Brindes - Registro


Contabilidade - Cestas de Natal distribuídas a empregados - Considerações


DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBRIGATÓRIAS
Matéria produzida pela revista IOB www.iob.com.br

Ao final de cada período-base de incidência do Imposto de Renda, as pessoas jurídicas submetidas ao regime de tributação com base no lucro real devem apurar o lucro líquido mediante a elaboração, com observância das disposições da lei comercial, das seguintes demonstrações financeiras:

a) balanço patrimonial;
b) Demonstração do Resultado do Período de Apuração (nos termos da legislação comercial, Demonstração do Resultado do Exercício);
c) Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados.

A elaboração dessas demonstrações é obrigatória, também, em face da legislação comercial.

Além das demonstrações financeiras mencionadas, existe, ainda, a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar), que, conforme determina a legislação comercial, deve ser elaborada:

a) por todas as companhias de capital aberto;
b) pelas companhias de capital fechado com Patrimônio Líquido superior a R$ 1.000.000,00 na data do balanço.

O § 2º do art. 186 da Lei nº 6.404/1976 autoriza a inclusão da Demonstração de Lucros ou Prejuízos

Acumulados na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, quando esta for elaborada e publicada pela companhia, dispensando, assim, as empresas que elaborarem e publicarem tal demonstração de apresentar em separado a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados, uma vez que esta, obrigatoriamente, estará incluída naquela.

O balanço e as demais demonstrações contábeis de encerramento do exercício devem ser transcritos no livro Diário, completando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou do representante legal da empresa.

Igual procedimento deve ser adotado quanto às demonstrações contábeis elaboradas por força de disposições legais, contratuais ou estatutárias.

O balanço ou balancete levantado trimestralmente pelas pessoas jurídicas optantes pelo lucro real trimestral deve ser transcrito no livro Diário ou, opcionalmente, no Lalur.

Todavia, no caso de balanço ou balancete levantado para efeito de suspensão ou redução da estimativa, a Instrução Normativa do SRF nº 93/1997 exige a transcrição no livro Diário até a data fixada para pagamento do imposto do respectivo mês.

Coletânea de Comentários

A Empresa Contábil e a Qualidade Total dos Serviços
Publicado: www.fiscosoft.com.br

Doações, Política e Problemas Contábeis
Autor: Antônio Lopes de Sá
Publicado: www.fiscosoft.com.br 

Novidades da Legislação

Atos Jurídicos Federais

Decreto n.º 5.618, de 13.12.2005 - Publicado no DOU de 14.12.2005

Altera o Decreto no 4.542, de 26 de dezembro de 2002, que aprova a Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados - TIPI, e dá outras providências.

Tributos Federais

DOWNLOADS DE PROGRAMAS DIVERSOS DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL
Disponibilizado originalmente pelo site www.fenacon.org.br.


Secretaria da Receita Federal - Conheça o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte: e-CAC


Instrução Normativa SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL - SRF nº 580 de 12.12.2005

Institui o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da Secretaria da Receira Federal (e-CAC).


Instrução Normativa SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL - SRF nº 579 de 08.12.2005

Estabelece procedimentos para revisão das Declarações de Ajuste Anual do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (DIRPF) e do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR).


Instrução Normativa SRF nº 576, de 1º de dezembro de 2005.

Dispõe sobre a Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob) e dá outras providências.


Decreto nº 5.618 de 13.12.2005

Altera o Decreto nº 4.542, de 26 de dezembro de 2002, que aprova a Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados - TIPI, e dá outras providências


SRF - Ato Declaratório Executivo nº 68/2005

Divulga enquadramento de bebidas, segundo o regime de tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10 de julho de 1989.


QUEBRA DE SIGILO BANCÁRIO PELO FISCO FEDERAL
STJ diz que Receita pode quebrar sigilo sem ordem judicial

O Superior Tribunal de Justiça aceitou recurso da Fazenda Nacional reconhecendo o direito da instituição de quebrar o sigilo bancário do contribuinte, sem autorização judicial, para instauração de processo administrativo, com base em registros da CPMF.

A decisão da 2ª Turma do STJ reformou decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (Rio Grande do Sul) que aceitou Mandado de Segurança considerando ser imprescindível a autorização judicial para que o Fisco se valha das informações fornecidas pelas instituições financeiras.

O contribuinte tinha entrado com Mandado de Segurança para suspender os atos de fiscalização e o andamento de procedimento fiscal instaurado pela Receita Federal contra ele. Para isso, alegou que a quebra dos seus dados bancários de 1998 pelas autoridades, violando os princípios constitucionais com base no artigo 4º do Decreto 3.724/01. Sustentou, ainda, que somente o Poder Judiciário poderia disponibilizar o acesso às informações bancárias.

A Fazenda Nacional recorreu ao STJ sustentando que a Lei Complementar 105/01 autoriza o acesso da autoridade fiscal aos documentos, livros, registros das instituições financeiras, inclusive as relativas a contas de depósitos e aplicações financeiras quando houver processo administrativo instaurado ou procedimento fiscal em curso. Defendeu, também, ser firme a jurisprudência do STJ que considera legítima a norma que permite o cruzamento de dados referentes à arrecadação da CPMF para fins de constituição de créditos tributário.

A relatora, ministra Eliana Calmon, destacou que a doutrina e jurisprudência, proclamavam que sigilo bancário tinha respaldo do princípio constitucional da privacidade, com a possibilidade de quebra somente por autorização judicial. Mas houve uma mudança de orientação, segundo a ministra, com a Lei Complementar 105/2001, que determinou a possibilidade de quebra do sigilo pela autoridade fiscal, independentemente de autorização do juiz, respaldada pela Lei 9.311/96, que instituiu a CPMF, alterada pela Lei 10.174/2001.

Salientou, ainda, que é possível a aplicação dessas leis para fatos antecedentes, porque nesse caso afasta-se a tese de direito adquirido.


SIMPLES - NOVO PRAZO DE RECOLHIMENTO
Simples terá mais dez dias para pagamento

As microempresas e empresas de pequeno porte inscritas no Simples (sistema simplificado de pagamento de impostos e contribuições federais) terão mais dez dias para recolher os tributos a partir de janeiro de 2006.

Segundo o artigo 75 da lei nº 11.196 - a "MP do Bem"- o prazo para pagamento passa a ser até o 20º dia do mês seguinte ao recebimento da receita bruta (hoje, o prazo é até o 10º dia).

Com a ampliação do prazo de recolhimento as empresas terão mais recursos para capital de giro. A medida também é boa para as empresas de contabilidade, que terão mais dez dias para processar as obrigações fiscais dos clientes.

Com a mudança, os impostos sobre a receita de janeiro de 2005 (competência) poderão ser pagos até 20 de fevereiro.


Ordem de Serviço INSPETOR DA ALFÂNDEGA DO PORTO DE SALVADOR nº 2 de 01.12.2005

Suspende temporariamente os efeitos do inciso IV do artigo 2º assim como dos artigos 11, 12, 13, 14, 15 e 16, e seus respectivos parágrafos, da Ordem de Serviço ALF/SDR nº 1, de 30 de abril de 2004, que estabelece normas operacionais necessárias ao controle aduaneiro da movimentação e armazenagem de cargas na jurisdição da Alfândega do Porto de Salvador

Atos Jurídicos Municipais e Legislação de ISS e Outros Tributos Municipais

Tire aqui suas dúvidas tributárias com a SEFAZ de Salvador

- Perguntas mais freqüentes
- Converse com o auditor
- Consultas por e-mail


Programa de Fiscalização da Prefeitura de Salvador - Bahia

Contabilista veja se seu cliente está na programação de Fiscalização. Clique aqui.


Lei Municipal Nº 6.898

Altera e revoga os dispositivos que indica, da Lei nº 4.279 (Código Tributário), de 28 de dezembro de 1990 e alterações posteriores.


Refis ainda oferece bons descontos (16/12/2005)

Legislação Trabalhista

- SAIBA TUDO SOBRE O SEGURO DESEMPREGO
- VEJA AQUI LEGISLAÇÃO SOBRE O EMPREGO DE DOMESTICO
- VEJA AQUI AS PRINCIPAIS REGRAS QUE NORTEIAM AS RELAÇÕES DE EMPREGO
- VEJA AQUI A LEGISLAÇÃO SOBRE O PAT - PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO AO TRABALHADOR
-
VEJA AQUI TUDO SOBRE A LEGISLAÇÃO DO FGTS


REGULAMENTADA LEI QUE PERMITE CONTRATAR JOVENS PARA APRENDER UMA PROFISSÃO

A Lei do Aprendiz existe há 15 anos, mas só agora foi regulamentada. Um decreto publicado no Diário Oficial da União no dia 30 de novembro determina que as empresas devem empregar jovens com idade entre 14 e 24 anos na proporção entre 5% e 15% do total de trabalhadores empregados, para aprender uma profissão. A idéia da regulamentação é garantir a aplicação da lei e aumentar o número de vagas para os aprendizes.

De acordo com Marcelo Campos, auditor fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho, as dúvidas sobre o número de vagas para os aprendizes dificultavam a entrada dos jovens no mercado de trabalho. "Havia uma divergência interpretativa por parte dos empregadores e dos órgãos fiscalizadores em relação a que funções presentes na empresa seriam computadas para efeito da aplicação da cota dos aprendizes".

Campos disse que o decreto veio par definir e possibilitar o cumprimento adequado da cota. "Todas as funções existentes nas empresas serão computadas para efeito do cálculo do percentual mínimo, que é de 5%, dos aprendizes que a empresa deve contratar", afirmou. Segundo ele, não entram nesse cálculo as funções que exigem formação de nível superior, nível técnico e os cargos de confiança. Outro incentivo ao cumprimento da lei, segundo o auditor, é a redução da alíquota dos depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de 8% para 2%.

Dados do Ministério do Trabalho mostram que desde de 2000 mais de 259 mil jovens foram atendidos e a expectativa do governo é que 400 mil tenham a mesma oportunidade em 2006. Hoje no Brasil o número de aprendizes é de 155.567. A Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios de 2003 apontou que cerca de 1,3 milhão de adolescentes entre 14 e 15 anos - 19% da população nesta faixa etária - trabalha ilegalmente no Brasil.

As empresas que queiram contratar um aprendiz só precisam procurar as entidades do Sistema S (Sesc, Senac e Senai, por exemplo). Elas poderão empregar um jovem por um contrato especial com prazo máximo de dois anos. A jornada diária é de no máximo seis horas para os jovens que estão no ensino fundamental e de oito, no máximo, para os que já concluíram essa fase dos estudos.


Procedimentos Pertinentes aos Recolhimentos Mensais e Rescisórios do FGTS e de Contribuições Sociais

Circular n. 372 de 25.11.05.Caixa Econômica Federal. FGTS e Contribuições Sociais. Procedimentos Pertinentes aos Recolhimentos Mensais e Rescisórios.


Empresas poderão retificar a GFIP eletronicamente; saiba mais sobre a mudança

Medida irá agilizar a concessão de benefícios e dar maior segurança ao trabalhador; antes, a retificação era feita em papel.


Férias coletivas - Considerações

Os empregados poderão gozar as férias coletivas em 2 períodos anuais, desde que nenhum deles seja inferior a 10 dias corridos.


Instrução Normativa SRT nº 2, de 1º.12.2005 - DOU de 06.12.2005

Acrescenta/altera dispositivos da Instrução Normativa SRT nº 1, de 24.03.2004, que dispõe sobre depósito, registro e arquivo de convenções coletivas e de acordos coletivos de trabalho nos órgãos do Ministério do Trabalho e Emprego.


Decreto n. º 5612

Regulamenta o parcelamento dos débitos dos municípios, relativos às contribuições sociais de que tratam as alíneas "a" e "c" do parágrafo único do art. 11, da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, instituído pelos arts. 96 a 103 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

Legislação Previdenciária

Consultor Jurídico

Sem desculpa
Descontar e não recolher INSS é apropriação indébita?


Decreto nº 5.614 de 13.12.2005

Dispõe sobre procedimentos fiscais no âmbito da Secretaria da Receita Previdenciária do Ministério da Previdência Social, e dá outras providências.


Pescadores artesanais de várias regiões do país recebem o seguro-de...


Portaria Ministerial 1635 - MPS

Facilitar os procedimentos para o empregador doméstico, que, no mês de dezembro, faz dois recolhimentos à Previdência Social.


Instrução Normativa 10 - MPS-SRP

Dispõe sobre o parcelamento dos Municípios nos termos da Lei 11.196, de 21 de novembro de 2005


Notícias gentilmente cedidas pelos parceiros do CRCBA:
FVCCONSULT   Câmara de Dirigentes de Empresas de Contabilidade do Estado da Bahia   IOB THOMSON   Fiscosoft

As informações contábeis e tributárias aqui publicadas não representam a totalidade das introduções e novidades da legislação, mas tão somente algumas selecionadas pelos nossos parceiros editores. Continue utilizando as outras fontes de informação de seu habitual acesso. Elas são e continuarão sendo, fontes imprescindíveis para seu aperfeiçoamento profissional. 

Informações de Entidades Vinculadas à Classe Contábil

Entidade

Espaço destinado aos sindicatos, associações, diretórios acadêmicos de faculdades de Ciências Contábeis e demais entidades da classe contábil.

Publicação de Livros, Artigos Técnicos e Científicos

Trabalhos do 17º Congresso Brasileiro de Contabilidade
Acesse o conteúdo dos 94 trabalhos selecionados para apresentação durante o evento e os cinco melhores artigos premiados em Santos/SP. Os arquivos estão disponibilizados por temas. Leia também o conteúdo das principais palestras proferidas no evento. Clique aqui e boa leitura!

Livros On-line

  1. Luca Pacioli - Um mestre do Renascimento
  2. Manual de Procedimentos Contábeis para Fundações e Entidades de Interesse Social - 2ª Edição
  3. Abordagens Éticas para o Profissional Contábil
  4. Contrato de Prestação de Serviços de Contabilidade
  5. Manual de Procedimentos Processuais - Sistema CFC/CRCs
  6. Fundo de Integração e Desenvolvimento da Profissão Contábil - FIDES
  7. Manual da Estrutura Contábil e Orçamentária do Sistema CFC/CRCs
  8. Manual de Procedimentos Contábeis para Fundações e Entidades de Interesse Social
  9. Agenda Legislativa – Sistema Contábil Brasileiro, edição 2003 - Parte 01
  10. Agenda Legislativa – Sistema Contábil Brasileiro, edição 2003 - Parte 02
  11. Normas sobre Eleições Sistema CFC/CRCs
  12. Mensagem a um Futuro Contabilista
  13. LRF Fácil - Guia Contábil da Lei de Responsabilidade Fiscal - Volume IV - Agenda das Principais Obrigações Municipais
  14. LRF Fácil - Guia Contábil da Lei de Responsabilidade Fiscal - Volume III - Demonstrações e Relatórios
  15. LRF Fácil - Guia Contábil da Lei de Responsabilidade Fiscal - Volume II - Instrumentos de Planejamento
  16. LRF Fácil - Guia Contábil da Lei de Responsabilidade Fiscal - Volume I - Aspectos Gerais
  17. Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade de Auditoria e Perícia
  18. Principios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade
  19. O Combate à Corrupção - Nas Prefeituras do Brasil
  20. Exame de Suficiência 2003 - Sistema CFC/CRC´s
  21. Seleção de Pareceres da Câmara Técnica de 1994 a 2002 - Parte 01 do arquivo PDF
  22. Seleção de Pareceres da Câmara Técnica de 1994 a 2002 - Parte 02 do arquivo PDF
  23. Reforma Tributária
  24. Legislação da Profissão Contábil
  25. Manual de Procedimentos Contábeis para Micro e Pequenas Empresas

Outros trabalhos

Autor(es) Título
Adeildo Osório de Oliveira O Mundo Corporativo Influenciado pelo Movimento Contábil
Arthur Magalhães Andrade Um Mercado cada vez mais Competitivo 
Edvar Ximenes O Suplício dos Contabilistas no Atendimento pelos Órgãos Públicos 
Jocacio Ferreira Cerqueira e Wilson Pereira Oliveira Socialização da Informação Contábil para os Micro Empresários
José Carlos Travessa de Souza Auditoria em Shopping Center: Uso de Métodos quantitativos na avaliação da Omissão de Aluguéis
Luiz Fernando Coelho da Rocha Elementos sobre a Doutrina Científica do Neopatrimonialismo Contábil
Marcos Cintra Discriminação contra os prestadores de serviços
Marcos Cintra Ética tributária
Maurício Fernando Cunha Smijtink O caso das fraudes em empresas: de vilã, a Contabilidade tem tudo para se tornar heroína
Natólio de Souza Custo do Capital
Nivaldo Cleto Serviços disponibilizados pela Receita Federal na Internet, uma luz no final do tunel
Nourival Resende A lição dos inconfidentes
Odoni Pedro Floriani Auditoria: Do Gênesis aos dias de hoje
Pedro Coelho Neto MP 135: Disfarce para arrecadar mais
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Análise de Balanços e Modelos Científicos em Contabilidade
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá As Matemáticas, o Social e a Classificação Científica da Contabilidade
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Código de Ética e Mercado
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Conceito Contábil de Lucro
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Comparação de Valores em Contabilidade
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Correlações entre Componentes do Custo
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Novas Visões na Profissão Contábil
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Célula Social e Contabilidade
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Fundamentos do Neopatrimonialismo
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Prosperidade e o Esforço Científico do Neopatrimonialismo Contábil para Uma Nova Sociedade
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Teoria Contábil da Socialidade e Contabilidade Social
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Variações do Capital Próprio e a Prosperidade das Empresas
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá A Ética da Resposta
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Sigilo Profissional em Contabilidade 
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Tendências e Futuro da Contabilidade
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Colóquio Necessário a Continuidade das Empresas
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Sinceridade nas Contas
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Doações, Política e Problemas Contábeis
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Um Paradoxo na Amortização do Aviamento
Prof. Wilson Alberto Zappa Hoog Sociedade Limitada e a Responsabilidade, em Harmonia com Novo Código Civil
Prof. Wilson Zappa A Recuperação da Atividade Empresarial
Prof.Carlos Alberto Serra Negra Stewart está equivocado. A Contabilidade funciona

 

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DICAS PARA FALAR BEM EM PÚBLICO

O cenário empresarial de hoje exige, cada vez mais, que os profissionais de sucesso se comuniquem. Este é, com certeza, um dos aspectos mais marcantes do processo de globalização que torna o mundo simplesmente on line. Neste contexto, as técnicas para falar em público se tornam imprescindíveis. Assim, aí vão algumas dicas:

Dominar o medo de falar em público é o primeiro passo para quem deseja fazer uma apresentação - evidentemente sobre um assunto que conheça - seja aula, palestra ou uma breve exposição numa reunião. Saiba que o medo é uma das cinco emoções básicas do ser humano, se você é humano, também deve sentir a adrenalina no seu sangue quando for iniciar uma apresentação. Não pense que esse nervosismo é privilégio só seu.

Antes de começar sua fala, respire fundo, como se estivesse suspirando. Funciona assim: além de levar o ar para o estômago, leve-o também para os pulmões; cada vez que você repetir esse procedimento, o coração estará sendo comprimido e diminuirá seu ritmo de pulsação, portanto distribuirá a adrenalina, através de sua corrente sangüínea, de forma mais desacelerada. Você vai assumindo o controle emocional. Procure lembrar de experiências positivas que você passou na vida. Sua inteligência emocional é decisiva neste momento inicial.

É hora de começar. Concentre-se na saudação ao público e na idéia inicial a ser exposta. Pronuncie suas primeiras palavras em ritmo desacelerado, ou seja, fale devagar e naturalmente para ouvir melhor a sua voz.

As palavras, durante o planejamento da sua apresentação, devem ser escolhidas levando em consideração a experiência do público. Um português padrão - como no Jornal Nacional, por exemplo - transmitirão melhor sua idéia. Evite um vocabulário muito técnico, palavras difíceis, gírias ou palavrões. Claro que há situações em que deve se usar e não evitar tais verbalizações. O poder da palavra é resultado do bom senso no uso das mesmas.

A voz é essencial para a expressividade da fala. Assim, evite a monotonia. Como? Aumente e diminua o volume e a velocidade vocal. Cuide da sua dicção. Varie o tom - ora suave, ora enérgico. Um aviso, porém: seja sempre natural, seja você mesmo. Essa expressividade vem com exercícios (ensaio do seu discurso, por exemplo) e com a experiência, não funciona ficar pensando nos recursos da voz durante toda a sua apresentação.

O visual do orador é, conforme pesquisas científicas na área, responsável aproximadamente por metade do seu potencial de influência diante do público. Mantenha-se em uma postura ereta, evite se apoiar em qualquer lugar que não seja a tribuna. Evite colocar, durante muito tempo, as mãos nos bolsos, atrás das costas ou em qualquer outro lugar inadequado. Coloque-as inicialmente uma sobre a outra, em forma de concha, e numa altura que se usa normalmente para bater palmas. É a posição mais aconselhável para começar. Depois deixe-as gesticularem naturalmente e volte, sempre que quiser a posição de apoio aconselhada.

O discurso deve ter definidas claramente, como toda mensagem, as suas três partes: introdução (vocativo e exórdio); desenvolvimento (ou corpo) e conclusão (peroração).

O vocativo, que deve ser um abraço sonoro na platéia, é o momento dos cumprimentos ao público por parte do orador. Pode ser formal - cumprimenta-se uma ou mais autoridades presentes em uma mesa diretora, na primeira fila ou na tribuna de honra - e pode ser informal - neste caso, um simples "Olá, pessoal" ou "Boa noite a todos" podem ser suficientes. O estilo oratório inglês, aceito em muitos países do mundo, inclusive no Brasil, sugere que você comece com uma citação ou outro recurso que chame a atenção do público e depois faça o vocativo.

A introdução propriamente dita - ou exórdio - tem como objetivo primeiro conquistar o público. Como? Pode ser com um fato que desperte interesse, com uma estatística de impacto ou com um elogio sincero e apropriado para a ocasião, por exemplo. Em um discurso padrão também se deve, no início, informar aos ouvintes qual e como o assunto será abordado, ou seja, diga o que vai dizer.

O desenvolvimento exige que se cumpra o que prometeu na introdução. Exponha suas idéias ordenadas e logicamente. Suas afirmações devem ser acompanhadas de Exemplos, fatos, números, testemunhos e autoridades que ilustrarão e credenciarão o que você diz.

A conclusão deve ser preparada com o mesmo zelo com que se prepara a introdução, visto que é o auge do discurso. É hora de arrematar a sua idéia. Faça a síntese do que foi dito, mas de forma criativa como introdução, para levar o público a aceitar e a agir conforme o que você sugeriu. Como fazem os grandes oradores, avise que vai concluir com expressões como: "concluindo", "finalizando", "portanto".

O público, destinatário da mensagem, deve ser analisado pelo orador para que a mensagem do falante entre em sintonia com os ouvintes. Quem são os ouvintes? Profissão, condição sócio-econômica, nível cultural, faixa etária, sexo, religião etc. Lembre-se: sem público, não existe orador. Entretanto, a grande magia da oratória está no influenciar para a sua idéia, transitando pelas idéias dos ouvintes.

Carlos Conce
Mestre em Comunicação pela UFRJ
www.carlosconce.com.br
E-mail: carlos.conce@ig.com.br

Artigo publicado na coluna do Jornal O Povo do dia 09/12/2005

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