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Conselho Regional de Contabilidade do Estado da Bahia
Edição n.º 51 - 05 de dezembro de 2005

Profissão Contábil: Instrumento de Cidadania

Confira sempre no final desta página em "Sua Biblioteca" e "Seus Links" as legislações e
informações de seu interesse e uso diário. Boa leitura!

Espaço do Contabilista


Regulamento:

Enviar para a sede do CRCBA, em protocolo com duas vias de igual teor ou envelope lacrado via sedex, aos cuidados da "Vice-Presidência de Desenvolvimento Profissional", sob o titulo "Opinião do(a) Contabilista" , contendo o artigo impresso e devidamente assinado pelo(s) autores, em formato A4, com fonte 12, acompanhado disquete ou CD (não restituivel) com cópia da carteira profissional de contabilista e clara identificação do autor, inclusive seu CRCBA. Na petição obrigatória em 02 ( duas ) vias o(as) interessado(as) deve declarar: 01 - Que o texto é de sua total e individual/coletiva autoria; 02 - Que se responsabiliza pelo seu conteúdo; 03 - Que isenta o CRCBA de qualquer responsabilidade pela sua divulgação e conteúdo; 04 - Autorização de divulgação e publicação de forma permanentemente e desonerosa para o CRCBA; 05 - Que tem ciência de que o envio do trabalho não representa por parte do CRCBA em obrigação de publicação; e 06 - Autoriza o CRCBA a publicar, a seu único e exclusivo critério, o currículo resumido e e-mail do autor. ATENÇÃO - Tamanho Máximo para publicação: 1 pagina de 80 colunas

Para sua reflexão

  • EXPULSE de seu espírito todas as lembranças tristes.
  • Será que remoer os erros vai conseguir sarar o mal que já houve?
  • Não!
  • Quanto mais resolver em seu coração as tristezas do passado, mais vai sofrer, sem resultado nenhum.
  • Dirija sua mente às recordações alegres, aos momentos felizes, aos fatos agradáveis do passado.
  • Acenda a luz, para que as trevas desapareçam.

Eventos em Destaque

Seminário sobre Legislação Previdenciária

Foi realizado na cidade de Camaçari, no dia 21/11/2005, na Sala Guarajuba do Camaçari Plaza Hotel, Seminário sobre Legislação Previdenciária, ministrado pela Consultora Jurídica da IOB, Dagmar Sampaio Fontoura Neta.

   

O Delegado do CRCBA em Camaçari, José Carlos Alves Silveira, fez as honras do evento que contou com a presença do Presidente do CRCBA, Edmar Sombra Bezerra.

   

Os alimentos arrecadados na inscrição, num total de 74 kg, foram doados ao CERVIR - Centro de Recuperação de Vidas Rejeitadas, representado no evento por Maria das Graças Bittencourt Ribeiro.

Eventos
 

Eventos programados:
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Eventos realizados:
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Manchetes
 

Folha de S.Paulo - SP

FISCALIZAR OS FISCAIS

A contaminação do Simples

Dedução de previdência privada no IR depende de pagamento ao INSS


Notícias Gerais - Veja notícias diversas

DCI - SP

Planejamento fiscal muda com arrecadação eletrônica

Tourinho quer teto variável para a tabela do Simples


Diário do Comércio

SOBRE A CARGA TRIBUTÁRIA

Conselhos Federal e Regional de Contabilidade
Novidades da Legislação e da Profissão
Matérias Contábeis

Contabilidade - Depreciação de semoventes - Registro


Contabilidade - Pró-labore - Registro


O Globo - RJ

Contadores: corte de impostos para aliviar pequenas
Projeto "Mais simples'' defende Código de Defesa do Contribuinte.


Sociedade se mobiliza pela consciência tributária

Representantes da sociedade civil lançaram ontem o Quero Mais Brasil, um movimento nacional para mostrar à população a sua condição de pagante de impostos. Na largada, adesão de 118 entidades.


Contador se torna o anjo da guarda do pequeno empresário

Pesquisa mostra que 42% dos donos de microempresas recorrem ao profissional quando têm dificuldades.


Valor Econômico

A necessidade de convergência das normas contábeis.


CFC aprova Comitê de Pronunciamentos Contábeis

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) acaba de aprovar o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) que tem como objetivos discutir, analisar e emitir todas as normas de contabilidade. Saiba mais.

Notícias Imprescindíveis do CRCBA para você Contabilista

Vice-Presidência de Fiscalização
Vice-Presidente Miguel Ângelo Nery Boaventura

PROCESSOS JULGADOS PELAS CÂMARAS DE FISCALIZAÇÃO
EXERCÍCIO DE 2005 DE JANEIRO A NOVEMBRO (ACUMULADO)

DECISÃO DAS CÂMARAS QUANTIDADE
Multa 298
Advertência Reservada 19
Arquivamento 416
Censura Reservada 9
Censura Pública 9
Diligência 75
Multa e Advertência Reservada 47
Multa e Censura Reservada 8
Multa e Censura Pública 2
Suspensão do Exercício Profissional 11
Suspensão e Multa 1
Total 895

 

Entrevista da Semana
Dante Albano Menezes Lopes
 

Dante Albano Menezes LopesDante Albano Menezes Lopes é Técnico em Contabilidade, formado pelo Centro Educacional Alfredo Dutra, Itapetinga, Bahia. Empresário da Contabilidade, ele foi Delegado do CRCBA na Cidade de Itapetinga por mais de dez anos, tendo em seguida se tornado Conselheiro, função que exerce até hoje, sendo também membro da Câmara de Registro e Cadastro.


CRCBA - Fale um pouco sobre sua vida profissional. Qual a sua formação e como começou na carreira?
Dante Albano - Ingressei na área contábil na minha adolescência, com os colegas: João Alberto Costa Rocha, Romeu Nunes dos Anjos e Antônio da Silva Nery, e logo fui descobrindo a minha vocação para contabilidade. Na verdade, antes eu pensava em me formar em Agronomia. Todavia, fui sendo absorvido pelos "números" e com a influência de João Alberto Costa Rocha, tomei a decisão do ramo da Contabilidade. Primeiramente conclui o curso Técnico em Contabilidade no Centro Educacional Alfredo Dutra, Itapetinga Bahia. Depois que concluí o curso montei o meu próprio Escritório em sociedade com o colega João Alberto Costa Rocha, me aperfeiçoando, participando de vários cursos na área contábil, fiscal e previdenciária, em meados dos anos 80.

CRCBA - Há quanto tempo e de que maneira o senhor atua no CRCBA?
Dante Albano - Quando tive meu registro efetivado no CRCBA, o seu então Presidente, o professor Walter Crispim me convidou para o cargo de Delegado em Itapetinga, cargo esse que exerci uns 15 anos, posteriormente me candidatei ao cargo de Conselheiro Suplente, e em mais tarde passei a ser Conselheiro Efetivo.

CRCBA - Pela sua experiência como conselheiro do CRCBA, o senhor tem verificado uma maior preocupação com as questões éticas no exercício da contabilidade? De que forma?
Dante Albano - Reconhecendo necessidades, reconhecendo o desempenho funcional, proporcionando participação nos resultados, estimulando o compromisso Social e favorecendo a Educação Continuada da Contabilidade.

CRCBA - E qual seria a grande falha que o senhor vê na postura do contabilista, quando se fala em ética?
Dante Albano - "Para ser um bom profissional contábil, é necessário está realmente capacitado não somente na área contábil, mas atualizado em todos os acontecimentos que cercam a profissão: Planos de negócios, Marketing, Planejamento Tributário." Veja que responsabilidade! Qualquer deslize do contador no desempenho profissional, sempre acarreta prejuízos financeiros para a empresa, pois quase todos os seus procedimentos convergem para as finanças da empresa.Este é um lado. O outro é, a profissão deve ser exercidos com retidão, zelo, honestidade e desempenho, cumprimento do que determina a lei.Acredito que, agindo assim o contador está exercendo a ética profissional.

CRCBA - Como o senhor avalia o atual momento vivido pela classe contábil brasileira?
Dante Albano - Veja bem, nos dias atuais os empresários bem sucedidos valem-se do contador para dar a sustentação dos seus negócios. Pode verificar que todos esses empresários que me refiro mantém uma assessoria ou uma consultoria com um bom técnico ou contador.Todavia, para ser um bom contador é necessário estar realmente capacitado não somente em contabilidade, mas também em áreas afins às empresariais, como por exemplo, Planos de Negócios, Marketing, Planejamento Tributário, Pesquisa de Mercado, etc e ainda sempre atualizado com os acontecimentos que cercam a profissão. Ao meu ver, a valorização da profissão surge dessas qualidades e da demanda advinda dos empresários que reconhecem a importância do profissional técnico ou contador.

CRCBA - E qual o perfil de um bom contador levando-se em conta a economia globalizada?
Dante Albano - A capacidade aliada à educação continuada é dois itens que pode refletir o perfil de um bom contador, pois a economia globalizada é exigente no que tange a esses atributos profissionais.

CRCBA - Para finalizar, como o senhor vê o futuro da profissão contábil?
Dante Albano - Estamos vivendo um momento de grandes transformações. A prestação de serviços , antes não valorizada, passou a ser de grande importância neste novo período.Os contabilistas não estão "vendendo" um produto que tem forma, cheiro e cor.O trabalho do contador está diretamente ligado aos benefícios e vantagens que o serviço vai trazer para a Empresa do cliente.É de essencial importância que os profissionais dessa área desenvolvam, de maneira organizada, sua sensibilidade e percepção para atrair as reais exigências do cliente. Além de tudo é preciso restaurar a confiança da profissão mediante a transformação de seus paradigmas.

Coletânea de Comentários

Sociedade entre Cônjuges e o Novo Código Civil
Autor: Silmara Cristina Ribeiro Teles de Menezes
Publicado: www.fiscosoft.com.br

A Essência da Justiça Trabalhista e o Inciso I do Artigo 114 da Constituição Federal de 1988: Uma Abordagem Principiológica
Autor: Dayse Coelho de Almeida
Publicado: www.fiscosoft.com.br

Sigilo Profissional em Contabilidade
Autor: Antônio Lopes de Sá
Publicado: www.fiscosoft.com.br

Novidades da Legislação

Atos Jurídicos Federais

Medida Provisória nº 267 de 28.11.2005

Altera dispositivos da Lei nº 6.704, de 26 de outubro de 1979, que dispõe sobre o seguro de crédito à exportação, e autoriza cobranças judiciais e extrajudiciais de créditos da União, no exterior, decorrentes de sub-rogações de garantias de seguro de crédito à exportação honradas com recursos do Fundo de Garantia à Exportação - FGE e de financiamentos não pagos contratados com recursos do Programa de Financiamento às Exportações - PROEX e do extinto Fundo de Financiamento à Exportação - FINEX, e dá outras providências.

Tributos Federais

DOWNLOADS DE PROGRAMAS DIVERSOS DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL
Disponibilizado originalmente pelo site www.fenacon.org.br.


Instrução Normativa nº 574, de 22.11.2005, do Secretário da Receita Federal - DOU 1 de 24.11.2005, retificada no de 25.11.2005

Entre outras providências, dispôs sobre a regularidade fiscal do sujeito passivo, quanto aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal, para efeitos de emissão de certidão conjunta perante a Secretaria da Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.


Portaria Conjunta nº 3, de 22.11.2005, do Procurador-Geral da Fazenda Nacional e o Secretário da Receita Federal - DOU 1 de 24.11.2005

Entre outras providências, dispôs sobre a prova de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional.


Portaria nº 6.087, de 21.11.2005, do Secretário da Receita Federal - DOU 1 de 22.11.2005

Dispôs sobre o planejamento das atividades fiscais e estabelece normas para a execução de procedimentos fiscais relativos aos tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal.


SIMPLES - NOVOS LIMITES - AGORA É LEI
Lei nº 11.196, de 21.11.2005, eleva os limites do Simples

O Presidente Lula sancionou esta semana a Lei nº 11.196 (DOU de 22.11.2005), decorrente da conversão do Projeto de Lei nº 28, de 2005 (MP nº 255 - MP do Bem2), a qual, em seu art. 33, eleva o limite do Simples, passando em 2006, o limite da Microempresa (ME) para R$ 240.000,00 e o limite da Empresa de Pequeno Porte (EPP) para R$ 2.400.000,00, dobrando, assim, os limites vigentes até 2005.

Portanto, as ME e as EPP podem faturar até R$ 2.400.000,00 em 2005 e continuar no Simples, devendo observar que a ME que faturar acima de R$ 240.000,00 tem que pedir o enquadramento para EPP até o final de janeiro de 2006, sob pena de ser excluída do Simples ou incorrer em multa, caso a comunicação seja feita após o prazo e antes de qualquer procedimento de ofício. É evidente que em 2005, o que exceder a R$ 1.200.000,00, terá o percentual agravado em 20%, na forma da legislação atualmente em vigor.

Da mesma forma, as empresas não optantes do Simples que faturarem até R$ 2.400.000,00 em 2005, podem ingressar no Simples em 2006, desde que façam a opção até o final de janeiro de 2006 e que não exista impedimento para ingresso no sistema, na forma disciplinada no art. 9º da Lei nº 9.317, de 1996, e alterações posteriores, consolidada no art. 20 da IN-SRF nº 355, de 2003.

O governo mantém o compromisso de fixar as novas alíquotas do Simples até o final do ano, mas, por motivos constitucionais, vetou o artigo 130 do Projeto de Lei que dizia previamente que o presidente deveria fazer isso por medida provisória. Enquanto isso não acontecer, a duplicação do teto de enquadramento das empresas no Simples - que passou de R$ 1,2 milhão para R$ 2,4 milhões de faturamento - não surtirá efeito prático. Mas, na realidade, o Poder Executivo deverá encaminhar uma Medida Provisória criando faixas de receita bruta e os correspondentes percentuais, dentro dos novos limites do Simples, já que não podem ser alterados por Decreto, tendo em vista o princípio da legalidade estrita.

O objetivo acima é calibrar os percentuais para que não haja uma queda significativa da arrecadação, notadamente da contribuição previdenciária. O percentual máximo atual do Simples é de 8,60% sobre a receita bruta do mês, quando esta fica na faixa de R$ 1.080.000,00 até R$ 1.200.000,00, passando a ser de 10,32%, na hipótese de ultrapassar esse limite, considerando os percentuais normais, aplicado às empresas comerciais e industrias.

Para as empresas optantes do Simples com percentuais agravados, ou seja, com acréscimo de 50%, o percentual máximo pode chegar a 15,48% (8,6% x 1,5 x 1,2) quando ultrapassar o limite de R$ 1.200.000,00 em 2005, nas hipóteses de empresas prestadoras de serviços ou quando a receita bruta de prestação de serviços ultrapassar a casa dos 30% da receita bruta total. Caso essas empresas produzam algum tipo de produto sujeito ao IPI, mesmo com alíquota zero, o percentual do IPI fica agravado em 0,9% (0,5 x 1,5 x 1,2).

Espera-se que esse percentual máximo de 8,60%, passe a ser de 12 a 13%, objetivando compensar a perda de arrecadação prevista, conforme já sinalizou a equipe econômica do Governo. Com esses percentuais, não fica muito atrativo fazer opção pelo Simples, a não ser que a empresa tenha muitos empregados, onde a contribuição patronal do INSS fica incluída no Simples, ou uma empresa industrial com alíquota elevada de IPI, já que, no Simples, o IPI é de apenas 0,5% sobre a receita bruta.

Publicado por www.crc-ce.org.br 


Consultor Jurídico

Fome de leão
Cálculo do PIS/Cofins de empresa de marketing é indevido


Portaria SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL - SRF nº 6.087 de 21.11.2005

Dispõe sobre o planejamento das atividades fiscais e estabelece normas para a execução de procedimentos fiscais relativos aos tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal.


Ato Declaratório Executivo COORDENAÇÃO-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA - CORAT nº 72 de 24.11.2005

Divulga códigos de receita para serem utilizados no recolhimento ao Tesouro Nacional de valores retidos a título de Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e de Contribuição para o PIS/Pasep.

Perguntas e Respostas sobre o Imposto SIMPLES

148. Se constar do contrato social que a PJ pode exercer alguma atividade que impeça a opção pelo Simples, ainda que não venha a obter receita dessa atividade, tal fato é motivo que impeça sua opção por esse regime de tributação?
Se no contrato social constarem unicamente atividades que vedam a opção, a pessoa jurídica deverá alterar o contrato para obter a inscrição no Simples, valendo a alteração para o ano-calendário subseqüente.

Admite-se, no entanto, a existência no contrato social de atividades impeditivas juntamente com não impeditivas, condicionando-se neste caso, porém, a possibilidade de opção e permanência no Simples, ao exercício tão-somente das atividades não vedadas.

De outra parte, também estará impedida de optar pelo Simples a pessoa jurídica que obtiver receita de atividade impeditiva, em qualquer montante, ainda que não prevista no contrato social.

149. As clínicas médicas, de fonoaudiologia e de psicologia podem optar pelo Simples?
Não. As pessoas jurídicas que prestem ou vendam os serviços de medicina, fonoaudiologia e psicologia não podem optar pelo Simples, conforme vedação estabelecida no inciso XIII do art. 9o da Lei no 9.317, de 1996 (ADN Cosit no 2, de 2000).

150. Empresa que preste serviços auxiliares ou complementares da construção civil pode optar pelo Simples?
A vedação ao exercício da opção pelo Simples, aplicável à atividade de construção de imóveis, abrange as obras e serviços auxiliares e complementares da construção civil, tais como (ADN Cosit no 30, de 1999):

a. edificações;
b. sondagens, fundações e escavações;
c. construção de estradas e logradouros públicos;
d. construção de pontes, viadutos e monumentos;
e. terraplenagem e pavimentação;
f. pintura, carpintaria, instalações elétricas e hidráulicas, aplicação de tacos e azulejos, colocação de vidros e esquadrias; e
g. quaisquer outras benfeitorias agregadas ao solo ou subsolo.

Atos Jurídicos Estadual e Legislação do ICMS e outros Tributos - Bahia

Portaria SECRETÁRIO DE ESTADO DA FAZENDA - BA nº 681 de 25.11.2005

Disciplina a gestão do Programa de Apoio à Modernização e Transparência da Gestão Fiscal do Estado da Bahia - Promosefaz II, no âmbito da Secretaria da Fazenda.


Portaria nº 686/05

Dispõe sobre procedimentos de apuração da conformidade das especificações de derivados de petróleo, gás natural e suas frações recuperáveis, álcool etílico hidratado carburante e demais combustíveis líquidos carburantes, de acordo com o estabelecido pelo órgão regulador competente, e dá outras providências.


Lei nº 9.829/05

Institui o Programa Estadual de Incentivos à Indústria de Construção Naval - PRONAVAL e dá outras providências.


DECRETO Nº 9681 - DOE de 30.11.2005

Procede à Alteração nº 70 ao Regulamento do ICMS e dá outras providências.


DECRETO Nº 9680 - DOE de 30.11.2005

Dispõe sobre o recolhimento do ICMS devido pelas operações realizadas por contribuintes varejistas no mês de dezembro de 2005.


BA - ICMS - Varejistas - Prazos especiais para recolhimento

Foi determinado que aos contribuintes varejistas regularmente inscritos no Cadastro de Contribuintes do ICMS do Estado da Bahia (CAD-ICMS) fica facultado o recolhimento do ICMS, relativo às operações de saídas de mercadorias realizadas no mês de dezembro de 2005, em quatro parcelas mensais, iguais e consecutivas, com datas de vencimento em 10/01/06, 20/02/06, 20/03/06 e 20/04/06. Para exercício dessa opção, bem como para emissão dos respectivos documentos de arrecadação diretamente via internet, o contribuinte deverá acessar o endereço eletrônico http://www.sefaz.ba.gov.br. A fruição dos prazos especiais previstos acima alcança, também, o pagamento de débito do imposto decorrente de operações sujeitas ao pagamento por antecipação tributária propriamente dita, prevista no inciso II do art. 352 do RICMS, que encerre a fase de tributação. O Decreto 9680 de 2005 dispôs ainda sobre os contribuintes que não farão jus aos referidos prazos especiais, bem como sobre as penalidades referentes ao seu descumprimento.

Atos Jurídicos Municipais e Legislação de ISS e Outros Tributos Municipais

Tire aqui suas dúvidas tributárias com a SEFAZ de Salvador

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Programa de Fiscalização da Prefeitura de Salvador - Bahia

Contabilista veja se seu cliente está na programação de Fiscalização. Clique aqui.

Legislação Trabalhista

- SAIBA TUDO SOBRE O SEGURO DESEMPREGO
- VEJA AQUI LEGISLAÇÃO SOBRE O EMPREGO DE DOMESTICO
- VEJA AQUI AS PRINCIPAIS REGRAS QUE NORTEIAM AS RELAÇÕES DE EMPREGO
- VEJA AQUI A LEGISLAÇÃO SOBRE O PAT - PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO AO TRABALHADOR
-
VEJA AQUI TUDO SOBRE A LEGISLAÇÃO DO FGTS


Portaria nº 488, de 23.11.2005, do Ministro de Estado do Trabalho e Emprego - DOU 1 de 24.11.2005

Aprovou o modelo da Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical Urbana (GRCSU) para empregadores, empregados, avulsos, profissionais liberais e agentes ou trabalhadores autônomos, bem como as instruções de preenchimento. Observa-se que a Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical, aprovada pela Portaria nº 3.233/1983, poderá ser utilizada até o dia 31.12.2005. Revogou a Portaria nº 172/2005, que aprovou o modelo de Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical (GRCS).


Câmara

Trabalho regulamenta profissões relativas à saúde bucal.


Ministério do Trabalho e Emprego

Codefat amplia seguro-desemprego para trabalhadores do setor calçadista
Cerca de 11 mil trabalhadores serão beneficiados com a medida.

Brasília, 01/12/2005 - O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) decidiu hoje ampliar em duas parcelas o Seguro-Desemprego para os trabalhadores do setor coureiro calçadista.

A medida beneficia os segurados que receberiam as últimas parcelas em dezembro e janeiro. Quem receberia a última parcela este mês, terá direito à extensão do benefício em janeiro e fevereiro do ano que vem. Já os com término em janeiro, contarão com o seguro até março de 2006.

A decisão do Codefat foi motivada pela crise que atinge o setor calçadista. Alguns pólos como os do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará foram os mais prejudicados, pois concentram 77% do total de trabalhadores neste segmento. Vale ressaltar que a resolução é válida para todo o Brasil.

Cerca de 11 mil trabalhadores do setor coureiro calçadista serão beneficiados com a resolução do Conselho. "Serão investidos R$ 11,3 milhões no pagamento das parcelas extras", informou u presidente do Codefat, Remígio Todeschini. Este ano serão gastos para pagar o Seguro-Desemprego R$ 6 bilhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Assessoria de Imprensa do MTE

Legislação Previdenciária

Instrução Normativa SECRETÁRIO DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA - SRP nº 9 de 24.11.2005

Aprova as instruções para preenchimento da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social - GFIP, bem como o Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social - SEFIP, versão 8.0.


Circ. CEF 372/05 - Circ. - Circular DIRETOR DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF nº 372 de 25.11.2005 - D.O.U. de 29.11.2005

Estabelece procedimentos pertinentes aos recolhimentos Mensais e Rescisórios ao FGTS e das Contribuições Sociais.


Notícias gentilmente cedidas pelos parceiros do CRCBA:
FVCCONSULT   Câmara de Dirigentes de Empresas de Contabilidade do Estado da Bahia   IOB THOMSON   Fiscosoft

As informações contábeis e tributárias aqui publicadas não representam a totalidade das introduções e novidades da legislação, mas tão somente algumas selecionadas pelos nossos parceiros editores. Continue utilizando as outras fontes de informação de seu habitual acesso. Elas são e continuarão sendo, fontes imprescindíveis para seu aperfeiçoamento profissional. 

Informações de Entidades Vinculadas à Classe Contábil

Entidade

Espaço destinado aos sindicatos, associações, diretórios acadêmicos de faculdades de Ciências Contábeis e demais entidades da classe contábil.

Publicação de Livros, Artigos Técnicos e Científicos

Trabalhos do 17º Congresso Brasileiro de Contabilidade
Acesse o conteúdo dos 94 trabalhos selecionados para apresentação durante o evento e os cinco melhores artigos premiados em Santos/SP. Os arquivos estão disponibilizados por temas. Leia também o conteúdo das principais palestras proferidas no evento. Clique aqui e boa leitura!

Livros On-line

  1. Luca Pacioli - Um mestre do Renascimento
  2. Manual de Procedimentos Contábeis para Fundações e Entidades de Interesse Social - 2ª Edição
  3. Abordagens Éticas para o Profissional Contábil
  4. Contrato de Prestação de Serviços de Contabilidade
  5. Manual de Procedimentos Processuais - Sistema CFC/CRCs
  6. Fundo de Integração e Desenvolvimento da Profissão Contábil - FIDES
  7. Manual da Estrutura Contábil e Orçamentária do Sistema CFC/CRCs
  8. Manual de Procedimentos Contábeis para Fundações e Entidades de Interesse Social
  9. Agenda Legislativa – Sistema Contábil Brasileiro, edição 2003 - Parte 01
  10. Agenda Legislativa – Sistema Contábil Brasileiro, edição 2003 - Parte 02
  11. Normas sobre Eleições Sistema CFC/CRCs
  12. Mensagem a um Futuro Contabilista
  13. LRF Fácil - Guia Contábil da Lei de Responsabilidade Fiscal - Volume IV - Agenda das Principais Obrigações Municipais
  14. LRF Fácil - Guia Contábil da Lei de Responsabilidade Fiscal - Volume III - Demonstrações e Relatórios
  15. LRF Fácil - Guia Contábil da Lei de Responsabilidade Fiscal - Volume II - Instrumentos de Planejamento
  16. LRF Fácil - Guia Contábil da Lei de Responsabilidade Fiscal - Volume I - Aspectos Gerais
  17. Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade de Auditoria e Perícia
  18. Principios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade
  19. O Combate à Corrupção - Nas Prefeituras do Brasil
  20. Exame de Suficiência 2003 - Sistema CFC/CRC´s
  21. Seleção de Pareceres da Câmara Técnica de 1994 a 2002 - Parte 01 do arquivo PDF
  22. Seleção de Pareceres da Câmara Técnica de 1994 a 2002 - Parte 02 do arquivo PDF
  23. Reforma Tributária
  24. Legislação da Profissão Contábil
  25. Manual de Procedimentos Contábeis para Micro e Pequenas Empresas

Outros trabalhos

Autor(es) Título
Adeildo Osório de Oliveira O Mundo Corporativo Influenciado pelo Movimento Contábil
Arthur Magalhães Andrade Um Mercado cada vez mais Competitivo 
Edvar Ximenes O Suplício dos Contabilistas no Atendimento pelos Órgãos Públicos 
Jocacio Ferreira Cerqueira e Wilson Pereira Oliveira Socialização da Informação Contábil para os Micro Empresários
José Carlos Travessa de Souza Auditoria em Shopping Center: Uso de Métodos quantitativos na avaliação da Omissão de Aluguéis
Luiz Fernando Coelho da Rocha Elementos sobre a Doutrina Científica do Neopatrimonialismo Contábil
Marcos Cintra Discriminação contra os prestadores de serviços
Marcos Cintra Ética tributária
Maurício Fernando Cunha Smijtink O caso das fraudes em empresas: de vilã, a Contabilidade tem tudo para se tornar heroína
Natólio de Souza Custo do Capital
Nivaldo Cleto Serviços disponibilizados pela Receita Federal na Internet, uma luz no final do tunel
Nourival Resende A lição dos inconfidentes
Odoni Pedro Floriani Auditoria: Do Gênesis aos dias de hoje
Pedro Coelho Neto MP 135: Disfarce para arrecadar mais
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Análise de Balanços e Modelos Científicos em Contabilidade
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá As Matemáticas, o Social e a Classificação Científica da Contabilidade
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Código de Ética e Mercado
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Conceito Contábil de Lucro
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Comparação de Valores em Contabilidade
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Correlações entre Componentes do Custo
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Novas Visões na Profissão Contábil
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Célula Social e Contabilidade
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Fundamentos do Neopatrimonialismo
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Prosperidade e o Esforço Científico do Neopatrimonialismo Contábil para Uma Nova Sociedade
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Teoria Contábil da Socialidade e Contabilidade Social
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Variações do Capital Próprio e a Prosperidade das Empresas
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá A Ética da Resposta
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Sigilo Profissional em Contabilidade 
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Tendências e Futuro da Contabilidade
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Colóquio Necessário a Continuidade das Empresas
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá Sinceridade nas Contas
Prof. Wilson Alberto Zappa Hoog Sociedade Limitada e a Responsabilidade, em Harmonia com Novo Código Civil
Prof. Wilson Zappa A Recuperação da Atividade Empresarial
Prof.Carlos Alberto Serra Negra Stewart está equivocado. A Contabilidade funciona

 

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Boletim Eletrônico do CRCBA
 

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